onde renovam as memórias,
onde roubam a alma,
onde vageio vazia de razão,
e nada faz sentido.
Sempre que me perco
é lá que me encontro.
E como qualquer lugar
que passa a ser familiar,
temos saudades quando o deixamos.
Por isso sei que sempre vou voltar
a esse lugar estranho…
talvez o meu lugar.
domingo, junho 20, 2010
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3 comentários:
Habituamo-nos à morte
Habituamo-nos à tristeza
ou pelo menos às faltas de alegria
Habituamo-nos a tudo o que não precisamos
Como uma síndrome
Como um mal crónico
Como pedras que se levam nos bolsos
E esquecemo-nos de levantar os olhos do chão
Olha
Olha-me
Eu continuo aqui
Habituamo-nos à morte
Habituamo-nos à tristeza
ou pelo menos às faltas de alegria
Habituamo-nos a tudo o que não precisamos
Como uma síndrome
Como um mal crónico
Como pedras que se levam nos bolsos
E esquecemo-nos de levantar os olhos do chão
Olha
Olha-me
Eu continuo aqui
talvez o lugar/comum
onde pare a escrita
seja um metafísico templo
que defina hermético
diferente de lucido
e no qual que me convenço
do que digo e escrevo
ser mal cronico e anódio
talvez lugar/comum
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